
Em 20 de novembro de 1989, inicio-se a operação do Aterro Sanitário da Caximba. Até maio de 96, foi depositada a quantidade de 2.173.634,66 toneladas de Resíduos Sólidos.
A Área total do Aterro Sanitário é de 410.000m2, sendo que a área destinada à disposição de lixo propriamente dito é de 237.000m2.
Para escolha deste local a Prefeitura Municipal de Curitiba, se fundamenta em estudos preliminares e normas operacionais, além de certificar que a confinação dos resíduos sólidos seria segura em termos de controle de poluição ambiental e proteção ambiental.
O aterro da Caximba já está no limite de sua capacidade máxima há alguns anos, tendo passado por sucessivas etapapas de ampliação. Atualmente o aterro recebe 2,4 mil toneladas de resíduos todos os dias, sendo 60% apenas de Curitiba. (RIO BRANCO DO SUL NÃO DEPOSITA SEU LIXO NA CACHIMBA, SENDO SEU LIXÃO A CÉU ABERTO E TOTALMENTE IRREGULAR).
Dentre os projetos apresentados pela`Prefeitura nas audiências públicas realizada está a utilização dos gazes, após o encerramento do uso deste aterro, a prefeitura apresentou um projeto para utilização dos gases que continuarão a ser produzidos pelos resíduos sólidos depositados.
Considerando-se a capacidade aproximada de projeto do aterro de 3.239.500 toneladas, e a projeção populacional para o municipio de Curitiba, estimou-se uma vida útil aproximada de 11 anos e 5 meses.
O edital para funcionamento do sistema, que corresponde a um novo aterro sanitário, foi aprovado pelo Consórcio para Gestão de Resíduos Urbanos, formado pelas prefeituras de Curitiba e mais 15 municipios da Região Metropolitana. A nova construção foi tema de audiencia com a população de Curitiba, Fazenda Rio Grande e Curitiba.
O Consórcio também protocolou, no Instituto Ambiental do Paraná (IAP), um pedido de licensa prévia para viabilizar a instalação do novo sistema de tratamento de resíduos.
Problemas ambientais que afetam a utilização inadequada da descarga de Resíduos Sólidos.
- Alterar a qualidade do ar em função das emanações de gases e poeiras;
- Poluir águas superficiais e do subsolo pelos líquidos percolados (chorume) e pela migração de gases;
- Agredir esteticamente o solo devido ao espalhamento do lixo;
- Atrair diversos vetores de enfermidades, como por exemplo ratos, moscas, baratas, etc...
- Poluir águas superficiais e do subsolo pelos líquidos percolados (chorume) e pela migração de gases;
- Agredir esteticamente o solo devido ao espalhamento do lixo;
- Atrair diversos vetores de enfermidades, como por exemplo ratos, moscas, baratas, etc...
Agora pense e reflita:
Imagine quantos caminhões seriam necessários para transportar diariamente 2,4 mil toneladas de lixo para Rio Branco do Sul?
Um solo frágio que o municipio possui suportaria um empreendimento dessa natureza?
Se o lixo é algo tão bom, por que a Prefeitura de Curitiba não encontra uma área para a instalação de um novo aterro?
- E as medidas compensatórias prometidas a população da Cachimba, porque até agora não foram realizadas?
Rio Branco do Sul necessita urgente solucionar seu grave problema da coleta e destino final do lixo, pois o Meio Ambiente pede socorro!
Um solo frágio que o municipio possui suportaria um empreendimento dessa natureza?
Se o lixo é algo tão bom, por que a Prefeitura de Curitiba não encontra uma área para a instalação de um novo aterro?
- E as medidas compensatórias prometidas a população da Cachimba, porque até agora não foram realizadas?
Rio Branco do Sul necessita urgente solucionar seu grave problema da coleta e destino final do lixo, pois o Meio Ambiente pede socorro!
O problema é que, fora do consorcio do lixo, RBS precisa de um ATERRO SANITÁRIO próprio. E isso custa caro. Aliás, a verdadeira questão nem é de receber ou não o aterro sanitário da RM, mas as compensações disso, como uma rodovia duplicada e obras em outras áreas, coisas que não se discutiram, quando quiseram mandá-lo para cá.
ResponderExcluirFomos salvos de ficar só com a parte ruim, graças à mobilização popular.